quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Me desculpe
A realidade sempre foi cruel demais,foi cansativa,foi irritante e dolorida,mergulhei então num mundo alternativo,num mundo meu e de quem eu permitisse entrar,no meu mundo o medo não existia,no meu mundo nenhum sentimento existia,só a paz,mas com a chuva da sua partida esse mundo se foi,e não vai voltar...
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Vozes...
-Cade a criança que um dia você foi?
-Ela obedeceu vozes que não devia...
-E oque elas diziam?
-Oque elas ainda dizem?
-Oque?
-Dizem "Vá em frente..."
-Isso é bom,não?
-Não...
-Porque?
-Porque o complemento é "Pule","Puxe o gatilho","corra pra avenida",e essas vozes me pedem outra coisa
-Oque?
-Me pedem pra,matar você...E eu devo obedecer
-Ela obedeceu vozes que não devia...
-E oque elas diziam?
-Oque elas ainda dizem?
-Oque?
-Dizem "Vá em frente..."
-Isso é bom,não?
-Não...
-Porque?
-Porque o complemento é "Pule","Puxe o gatilho","corra pra avenida",e essas vozes me pedem outra coisa
-Oque?
-Me pedem pra,matar você...E eu devo obedecer
domingo, 6 de outubro de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo sete:
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Coisas terríveis acontecem com pessoas terrivelmente boas,coisas péssimas acontecem quando sabem que você aceita as coisas,coisas ruins acontecem porque toda manha eu saio da minha cama e deixo elas acontecerem,e aquela garota,ela já foi minha amiga,já foi?É realmente incrível a velocidade em que as coisas vem e vão,a velocidade em que as vidas começam e acabam,a velocidade que as lagrimas substituem os sorrisos,a velocidade em que eu me perco nessas malditas palavras sem sentido algum...Eu não quero,não por ela,não quero ser humilhada por ela,sabe eu realmente acreditei que eramos amigas,ate o exato momento eu ainda acreditava,e sabe em que eu acredito agora?Acredito que não existe sentido e precisar de amigos,eu não preciso de ninguém,sozinha eu estarei muito bem,sei que é contraditorio!Sei que disse antes que não queria estar sozinha!Eu sei oque eu disse...Sei de tudo sobre mim e isso me incomoda!eu quero...Talvez eu queira...Agora eu quero...Eu...Quero...Morrer e mais nada,nada que eu faca vai tirar de mim essa dor de não poder confiar em ninguém,e provavelmente eu não confie mais em ninguém,e entre uma vida solitária e a morte,a morte me parece amigável,e estou pronta para abraçar ela e cair nesse precipício desconhecido,quem sabe eu não encontro aquelas estrelas mortas que na infância observei sentada no quintal de meu avo
A pessoa cujo nome não é importante
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Coisas terríveis acontecem com pessoas terrivelmente boas,coisas péssimas acontecem quando sabem que você aceita as coisas,coisas ruins acontecem porque toda manha eu saio da minha cama e deixo elas acontecerem,e aquela garota,ela já foi minha amiga,já foi?É realmente incrível a velocidade em que as coisas vem e vão,a velocidade em que as vidas começam e acabam,a velocidade que as lagrimas substituem os sorrisos,a velocidade em que eu me perco nessas malditas palavras sem sentido algum...Eu não quero,não por ela,não quero ser humilhada por ela,sabe eu realmente acreditei que eramos amigas,ate o exato momento eu ainda acreditava,e sabe em que eu acredito agora?Acredito que não existe sentido e precisar de amigos,eu não preciso de ninguém,sozinha eu estarei muito bem,sei que é contraditorio!Sei que disse antes que não queria estar sozinha!Eu sei oque eu disse...Sei de tudo sobre mim e isso me incomoda!eu quero...Talvez eu queira...Agora eu quero...Eu...Quero...Morrer e mais nada,nada que eu faca vai tirar de mim essa dor de não poder confiar em ninguém,e provavelmente eu não confie mais em ninguém,e entre uma vida solitária e a morte,a morte me parece amigável,e estou pronta para abraçar ela e cair nesse precipício desconhecido,quem sabe eu não encontro aquelas estrelas mortas que na infância observei sentada no quintal de meu avo
A pessoa cujo nome não é importante
sábado, 5 de outubro de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo Seis:
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
E eu não olho mais no rosto das pessoas,elas não são confiantes,e talvez se eu olhar pra elas meus olhos podem lhes contar segredos,o chão agora é meu aliado,o chão e as paredes onde me apoio e choro todas as manhãs,ali escondida entre o nada e o silencio de corredores vazios,algo me diz que agora mais nunca eu não quero estar sozinha preciso de alguem que me salve de mim mesma,alguem por favor me salve de mim mesma!Não sinto mais nada em relação a nada,não sinto mais vontade de me levantar todas as manhas e ter de fazer as mesmas coisas tomando cuidado em cada escolha,não tenho mais vontade de viver,e não tenho mais vontade de escrever por hoje,o relato por enquanto termina aqui,enquanto minha vontade viver agoniza junto com meus sonhos quebrados.
A pessoa cujo nome não interessa
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
E eu não olho mais no rosto das pessoas,elas não são confiantes,e talvez se eu olhar pra elas meus olhos podem lhes contar segredos,o chão agora é meu aliado,o chão e as paredes onde me apoio e choro todas as manhãs,ali escondida entre o nada e o silencio de corredores vazios,algo me diz que agora mais nunca eu não quero estar sozinha preciso de alguem que me salve de mim mesma,alguem por favor me salve de mim mesma!Não sinto mais nada em relação a nada,não sinto mais vontade de me levantar todas as manhas e ter de fazer as mesmas coisas tomando cuidado em cada escolha,não tenho mais vontade de viver,e não tenho mais vontade de escrever por hoje,o relato por enquanto termina aqui,enquanto minha vontade viver agoniza junto com meus sonhos quebrados.
A pessoa cujo nome não interessa
domingo, 22 de setembro de 2013
trilha de cacos de vidro
Tenho por muito tempo caminhado sozinha,numa frágil e estreita ponte situada entre dois precipícios,precipícios com lindos vales,vales formados pelo sangue que derramei sozinha,não seria surpresa alguma pra ninguém se eu contasse que as vezes de certa forma causo dores físicas em mim mesma para aliviar as psicológicas,e atualmente a ponte esta tao frágil que se eu voltar pra trás eu caio,mas se eu tentar ir pra frente caio também,estou parada então,parada formando mais vales de meu próprio sangue,sangue e lagrimas derramadas sobre a neve,caminhando descalça por uma trilha de cacos de vidro e almas quebradas,devo admitir que a melancolia de meu ser agora se torna insuportavelmente pesada,meu corpo não quer mais sair do lugar,e sentada aqui sozinha só posso imaginar como estão as coisas,enquanto minha respiraçao pesa,lagrimas escorrem de meus olhos,e meus pulsos sangram.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Hoje eu acredito
Não me importo se um dia você vai ler isso ou não,não me importo com o quanto isso vá parecer patético,ou qualquer outra coisa do gênero,só queria que você soubesse,que tem uma coisa ainda que você precisa saber por mim,na verdade ainda tem muitas coisas,mas essa é a única coisa que eu ainda tenho vontade de te dizer,de todas as reaçoes que possa ter,eu só te peço que não ria.
Apesar de as vezes parecer que você não mudou nada aqui,eu acho que foi você,que me fez acreditar que não vale a pena perder meu tempo se apaixonando,você foi quem me fez,pela primeira vez,acreditar que amar doí,e doí muito,quando você me disse isso,eu ri,ri descontroladamente enquanto por dentro prometia a mim mesma que te faria reclinar e deixar de acreditar nessa ideia estupida,e acredite eu tentei,e tentei por longos oito meses!Oito meses,incrível!Oito meses dolorosamente frios,e vazios,mas em alguns momentos,curtos tenho que admitir,você fazia essa dor valer a pena,mas eu tenho que admitir também que todo esforço foi em vão.
Eu decidi desistir de você,mas você não se importa,não é mesmo seu idiota?O importante foi que quando eu desisti eu tentei matar de uma vez só o amor dentro de mim,não fui capaz disso,por enquanto ele agoniza enquanto morre,dentro de mim. Então a única coisa que carrego agora é a dor triste de uma ferida que nunca fecha,e nunca para de doer,e se com todos os seus comentários feitos entre leituras de poemas,sobre como o amor é cruelmente inexistente,eram pra tentar me convencer da sua sádica teoria,parabéns foi bem sucedido.
Apesar de as vezes parecer que você não mudou nada aqui,eu acho que foi você,que me fez acreditar que não vale a pena perder meu tempo se apaixonando,você foi quem me fez,pela primeira vez,acreditar que amar doí,e doí muito,quando você me disse isso,eu ri,ri descontroladamente enquanto por dentro prometia a mim mesma que te faria reclinar e deixar de acreditar nessa ideia estupida,e acredite eu tentei,e tentei por longos oito meses!Oito meses,incrível!Oito meses dolorosamente frios,e vazios,mas em alguns momentos,curtos tenho que admitir,você fazia essa dor valer a pena,mas eu tenho que admitir também que todo esforço foi em vão.
Eu decidi desistir de você,mas você não se importa,não é mesmo seu idiota?O importante foi que quando eu desisti eu tentei matar de uma vez só o amor dentro de mim,não fui capaz disso,por enquanto ele agoniza enquanto morre,dentro de mim. Então a única coisa que carrego agora é a dor triste de uma ferida que nunca fecha,e nunca para de doer,e se com todos os seus comentários feitos entre leituras de poemas,sobre como o amor é cruelmente inexistente,eram pra tentar me convencer da sua sádica teoria,parabéns foi bem sucedido.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo 5:
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Eu odeio aquele lugar!Serio,odeio!Tudo que eu fiz la ate hoje,não passou de uma grande mentira,uma grande farsa encenada por atores cegos,surdos e mudos,que não faziam ideia do que iam encenar.
Eles pegam os mais fracos e colocam a frente dos olhos de todos e humilham ate a pessoa fugir,mas eles escolheram uma péssima pessoa pra fazer isso,eu posso já não ter mais forças pra lutar,mas eu ainda tenho forças pra me manter em pé com a cabeça sobre os ombros,não importa eu NÃO vou cair de joelhos diante deles!Não vou de maneira alguma me esconder feito um roedor assustado,eu só preciso de alguem,preciso me apoiar em alguem,não posso de forma alguma cair agora,vou me apoiar em alguem ate conseguir me levantar e seguir em frente. Sei o quanto isso soa cruel,mas mais cruel ainda seria acreditar que amizades existam,pois seria o mesmo que apoiar todas as suas fraquezas numa frágil ilusão,talvez o mesmo de tentar apoiar um painel de aço numa parede de areia. É uma nota curta que encerra algo,oque?Eu ainda não sei,mas tenha certeza que quando souber você sera o primeiro a ser informado.
A pessoa cujo nome não é importante.
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Eu odeio aquele lugar!Serio,odeio!Tudo que eu fiz la ate hoje,não passou de uma grande mentira,uma grande farsa encenada por atores cegos,surdos e mudos,que não faziam ideia do que iam encenar.
Eles pegam os mais fracos e colocam a frente dos olhos de todos e humilham ate a pessoa fugir,mas eles escolheram uma péssima pessoa pra fazer isso,eu posso já não ter mais forças pra lutar,mas eu ainda tenho forças pra me manter em pé com a cabeça sobre os ombros,não importa eu NÃO vou cair de joelhos diante deles!Não vou de maneira alguma me esconder feito um roedor assustado,eu só preciso de alguem,preciso me apoiar em alguem,não posso de forma alguma cair agora,vou me apoiar em alguem ate conseguir me levantar e seguir em frente. Sei o quanto isso soa cruel,mas mais cruel ainda seria acreditar que amizades existam,pois seria o mesmo que apoiar todas as suas fraquezas numa frágil ilusão,talvez o mesmo de tentar apoiar um painel de aço numa parede de areia. É uma nota curta que encerra algo,oque?Eu ainda não sei,mas tenha certeza que quando souber você sera o primeiro a ser informado.
A pessoa cujo nome não é importante.
Esta dentro de mim!
Tem algo em mim,muito alem do que os olhos podem ver,um fragmento de mim,adormecido escondido bem no fundo do meu ser,mas de vez em quando,hora ou outra essa parte acorda,da uma espiada no que esta acontecendo em volta,eu sinto quando acorda,e quer sair,mas eu não deixo,sinto querendo sair de dentro da minha cabeça,geralmente eu não deixo,mas de vez em quando essa parte de mim acha um brecha e sai,sinto como se eu estivesse anestesiada,não sinto nada,é como se eu também não pudesse ouvir nada,ou falar com minhas próprias palavras,quando essa parte acorda eu perco meu controle com facilidade por alguns instantes e ai em alguns segundos estou de volta,e de tudo que fiz enquanto não estive aqui,só restam as lagrimas
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Elas riem
E durante muito tempo eu vaguei por ali,observando as mesmas paredes,procurando algo nelas que me confortasse,que e fizesse se sentir melhor ou esquecer oque aconteceu,mas isso nunca ajudaria porque o problema estava ali comigo,me seguia,não importava o quanto eu fosse ou voltasse,ele continuava comigo,virei amiga dele,convivi com ele dentro de mim,ate quando não deu mais,quando não deu mais eu voltei a colocar tudo a perder,e fugir para os mesmo lugares,e as paredes ainda parecem rir de mim,ainda parecem me desafiar,e o silencio zomba de mim e ali eu não posso gritar,então vou me apoiar de novo nas mesmas paredes,e rir de mim junto com elas.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo 4:
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Sabe quando você grita que esta completamente sozinha,mas não é verdade?E você só diz isso pra que não te deixem só?Mas acontece exatamente o contrario e a única pessoa que ainda estava do seu lado também se vai?Então acontece que isso aconteceu,a ultima pessoa naquele maldito lugar na qual eu ainda podia confiar se foi,por covardia,eu acho,talvez por ter mais coragem que eu,eu disse que a odiava,bom isso não é verdade,talvez nunca seja...Não importa...Oque importa é que quando eu tiver que pisar la de novo,estarei pela primeira vez,sozinha de verdade,e algo me assusta muito nisso.
Talvez toda a coragem que eu finja ter não exista de verdade,talvez todos os sorrisos quer eu tenho exibido sejam falsos,acho que já disse isso antes...Não importa,eu sou repetitiva assim mesmo,pode me ignorar se já estiver ficando cansado disso,sei que sou chata...Não me culpe por isso...Você já deve estar cheio dessas confissões desesperadas...Mas aposto que não tao cheio quanto eu estou de ter elas dentro de mim,acredite é insuportavel,e eu tenho feito de tudo pra exibir um sorriso,por mais que esteja doendo,eu não vou deixar lagrimas escorrerem!Nunca!Eu não vou chorar na frente deles!E também não vou me render ou fugir de la...Eu sei é burrice,mas se eu fugir,eles conseguem o que sempre quiseram e eu não quero dar esse prazer para eles...Vou ficando por aqui mesmo,não sei por quanto tempo ainda vou conseguir sobreviver...Suicídio,seria uma fuga bem rápida,e bem egoísta.
A pessoa cujo nome não é importante
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Sabe quando você grita que esta completamente sozinha,mas não é verdade?E você só diz isso pra que não te deixem só?Mas acontece exatamente o contrario e a única pessoa que ainda estava do seu lado também se vai?Então acontece que isso aconteceu,a ultima pessoa naquele maldito lugar na qual eu ainda podia confiar se foi,por covardia,eu acho,talvez por ter mais coragem que eu,eu disse que a odiava,bom isso não é verdade,talvez nunca seja...Não importa...Oque importa é que quando eu tiver que pisar la de novo,estarei pela primeira vez,sozinha de verdade,e algo me assusta muito nisso.
Talvez toda a coragem que eu finja ter não exista de verdade,talvez todos os sorrisos quer eu tenho exibido sejam falsos,acho que já disse isso antes...Não importa,eu sou repetitiva assim mesmo,pode me ignorar se já estiver ficando cansado disso,sei que sou chata...Não me culpe por isso...Você já deve estar cheio dessas confissões desesperadas...Mas aposto que não tao cheio quanto eu estou de ter elas dentro de mim,acredite é insuportavel,e eu tenho feito de tudo pra exibir um sorriso,por mais que esteja doendo,eu não vou deixar lagrimas escorrerem!Nunca!Eu não vou chorar na frente deles!E também não vou me render ou fugir de la...Eu sei é burrice,mas se eu fugir,eles conseguem o que sempre quiseram e eu não quero dar esse prazer para eles...Vou ficando por aqui mesmo,não sei por quanto tempo ainda vou conseguir sobreviver...Suicídio,seria uma fuga bem rápida,e bem egoísta.
A pessoa cujo nome não é importante
terça-feira, 3 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo 3:
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Estranha...Estranha...Estranha?!Onde?Em que?Ah dane-se,só vejo o mundo do meu jeito,porque eles custam a entender isso?!Desde criança essa palavra me persegue,não me importo muito com isso,ou não me importava,ate partir de uma pessoa da qual eu realmente não esperava...Ah é que quando somos crianças isso não faz diferença,não tem importância...Mas dai a gente cresce,a gente muda o mundo musa junto eu tudo passa a importar,na maioria das vezes todas a experiências traumáticas que temos ficam conosco ate o fim,mas se a manusear do jeito certo em vez de se machucar ela vai te ensinar.
Talvez por isso eu seja estranha,talvez por ter ideais próprias,talvez por ter uma cabeça que pensa,talvez por ter acreditado que a mentira era verdade,pelo simples fato de não poder aceitar o quanto a verdade é amarga e machuca,talvez por preferir viver uma mentira que é doce e conforta...Ah não sei,são motivos de mais,pra uma pessoa com múltiplas personalidades,múltiplas faces,alguem que se deixa manipular quando quer,alguem que aprende a manipular e entender os gestos mais discretos de todos em volta,alguem que sabe oque é a verdade absoluta e a mentira incontestável.
Agora que ate ela disse,prefiro não deixar claro quem foi,eu realmente me sinto estranha,a ponto de refletir sobre isso,a posto de me perguntar,porque e onde,e de me questionar se eu posso e devo mudar isso...Talvez não faça sentido,já que eu já deixei claro que os odeio mas de alguma forma,agora me sinto culpada pelo fato de ter sido chutada de la,me sinto culpada por odiar eles,porque só agora isso começa a fazer sentido,só agora percebo o quanto isso vai ser difícil,e o quanto é assustadora a ideia de "caminhar sozinha",só agora sei o quanto sera difícil.
A pessoa cujo nome não é importante
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Estranha...Estranha...Estranha?!Onde?Em que?Ah dane-se,só vejo o mundo do meu jeito,porque eles custam a entender isso?!Desde criança essa palavra me persegue,não me importo muito com isso,ou não me importava,ate partir de uma pessoa da qual eu realmente não esperava...Ah é que quando somos crianças isso não faz diferença,não tem importância...Mas dai a gente cresce,a gente muda o mundo musa junto eu tudo passa a importar,na maioria das vezes todas a experiências traumáticas que temos ficam conosco ate o fim,mas se a manusear do jeito certo em vez de se machucar ela vai te ensinar.
Talvez por isso eu seja estranha,talvez por ter ideais próprias,talvez por ter uma cabeça que pensa,talvez por ter acreditado que a mentira era verdade,pelo simples fato de não poder aceitar o quanto a verdade é amarga e machuca,talvez por preferir viver uma mentira que é doce e conforta...Ah não sei,são motivos de mais,pra uma pessoa com múltiplas personalidades,múltiplas faces,alguem que se deixa manipular quando quer,alguem que aprende a manipular e entender os gestos mais discretos de todos em volta,alguem que sabe oque é a verdade absoluta e a mentira incontestável.
Agora que ate ela disse,prefiro não deixar claro quem foi,eu realmente me sinto estranha,a ponto de refletir sobre isso,a posto de me perguntar,porque e onde,e de me questionar se eu posso e devo mudar isso...Talvez não faça sentido,já que eu já deixei claro que os odeio mas de alguma forma,agora me sinto culpada pelo fato de ter sido chutada de la,me sinto culpada por odiar eles,porque só agora isso começa a fazer sentido,só agora percebo o quanto isso vai ser difícil,e o quanto é assustadora a ideia de "caminhar sozinha",só agora sei o quanto sera difícil.
A pessoa cujo nome não é importante
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Diario de uma reprimida
Capitulo 2
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Já disse antes que não te darei um apelido ou coisa do tipo,simplesmente começarei a derramar aqui minhas frustraçoes sem nenhuma demora ou começo formal,talvez para não ficar muito vago eu diga ao menos "Boa noite",sempre escrevo de noite,as coisas ficam mais calmas e eu consigo entender com clareza oque ficou confuso durante o dia todo,eu costumava contar estrelas quando criança,mas uma coisa acabou mudando minha visão sobre elas,saber que a maioria já morreu,quer dizer vemos oque elas foram a algum tempo atrás,eu não gostaria que me vissem como eu fui algum tempo atrás e me admirassem por isso...Eu sei não faz sentido,eu sei que não faz.
Costumava também sentar e olhar para elas,as estrelas,eu queria ganhar asas e voar pra bem perto delas,realizar meus sonhos,ganhar os céus...Meu Deus que ideia mais infantil não?!Alcançar as estrelas...Que coisa mais patética...Costumava me sentar no quintal da casa de meus avos,encostada na arvore do quintal e ficar sonhando acordada,acreditando em sonhos...Costumava também não ser tao confusa...Costumava acreditar em anjos...Em bondade...Em misericórdia talvez...Doce ilusões que agora expulso com lagrimas amargas que me torturam todas as noites zombando de meus esforços para não me importar,um dia quem sabe eu consiga não me importar?Um dia quem sabe eu possa ser grande o suficiente pra não deixar que me esmaguem,não é mesmo?
Eu devia parar agora,tenho a visão turva devido as lagrimas dessas lembranças que hoje soam tao cruéis,e conforme elas pingam distorcem minha letra a caneta em partes que já escrevi,me desculpe molhar suas paginas assim...Me desculpe por ser tao fraca,e por não suportar a ideia de o mundo ser grande de mais.Ah outra lembrança me veio,eu costumava pensar que o mundo cabia no meu quintal!Costumava pensar que poderia ir a qualquer lugar...Ou que as pessoas gostam das outras pelo que elas são...Acho que vou parar por aqui,antes que afogue suas paginas.
A pessoa cujo nome não é importante
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Já disse antes que não te darei um apelido ou coisa do tipo,simplesmente começarei a derramar aqui minhas frustraçoes sem nenhuma demora ou começo formal,talvez para não ficar muito vago eu diga ao menos "Boa noite",sempre escrevo de noite,as coisas ficam mais calmas e eu consigo entender com clareza oque ficou confuso durante o dia todo,eu costumava contar estrelas quando criança,mas uma coisa acabou mudando minha visão sobre elas,saber que a maioria já morreu,quer dizer vemos oque elas foram a algum tempo atrás,eu não gostaria que me vissem como eu fui algum tempo atrás e me admirassem por isso...Eu sei não faz sentido,eu sei que não faz.
Costumava também sentar e olhar para elas,as estrelas,eu queria ganhar asas e voar pra bem perto delas,realizar meus sonhos,ganhar os céus...Meu Deus que ideia mais infantil não?!Alcançar as estrelas...Que coisa mais patética...Costumava me sentar no quintal da casa de meus avos,encostada na arvore do quintal e ficar sonhando acordada,acreditando em sonhos...Costumava também não ser tao confusa...Costumava acreditar em anjos...Em bondade...Em misericórdia talvez...Doce ilusões que agora expulso com lagrimas amargas que me torturam todas as noites zombando de meus esforços para não me importar,um dia quem sabe eu consiga não me importar?Um dia quem sabe eu possa ser grande o suficiente pra não deixar que me esmaguem,não é mesmo?
Eu devia parar agora,tenho a visão turva devido as lagrimas dessas lembranças que hoje soam tao cruéis,e conforme elas pingam distorcem minha letra a caneta em partes que já escrevi,me desculpe molhar suas paginas assim...Me desculpe por ser tao fraca,e por não suportar a ideia de o mundo ser grande de mais.Ah outra lembrança me veio,eu costumava pensar que o mundo cabia no meu quintal!Costumava pensar que poderia ir a qualquer lugar...Ou que as pessoas gostam das outras pelo que elas são...Acho que vou parar por aqui,antes que afogue suas paginas.
A pessoa cujo nome não é importante
domingo, 18 de agosto de 2013
Diario de uma reprimida
Bom devo avisar que esse sera mais um conto dividido em alguns capítulos,tem como base um pouco da minha própria experiência no assunto.Boa leitura.
Capitulo 1
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Não espere que eu comece com "Querido diário",ou te de um apelido fofo,pois não o farei,te tenho apenas por me faltarem amigos e espaço pra tantas magoas que guardo apenas para mim e apresento como uma artesa a imagem de uma garota feliz com sua vida.
Acho que quando o mundo te derruba e as pessoas te quebram,você remonta cada pedacinho seu,e tenta seguir de cabeça erguida,mas fica difícil confiar nas mesmas pessoas,e por mais que seja doloroso temos que esculpir cuidadosamente um sorriso no rosto e dizer "Não se preocupe,eu estou bem...",quando na verdade o seu mundo esta desabando e você esta em ruínas.
Acho que meu maior inimigo acaba por ser eu mesma,mas depois daquele maldito ocorrido eu fiz questão de continuar ali,sem demonstrar o quanto me machucava ou quanto respirar ali se tornou um ato difícil,menti para todos ao meu redor,apenas eu e meu travesseiro sabemos ao certo a absurda quantidade de lagrimas que derramei por varias noites,pra no outro dia aparecer,num lugar que chamam de escola,com um sorriso enorme no rosto.
Por hora a única coisa que você precisa saber é que ando muito machucada por ter sido chutada do meio em que eu costumava fazer parte,mas mesmo assim continuo,apos cada piada,comentário ou empurrão,exibindo o mesmo sorriso enquanto por dentro lagrimas me rompem como papel,a dor é angustiante mas não pretendo demonstrar,apenas verei o mundo de outra maneira,talvez da minha maneira,ou ao modo que mais me convém.
Ah devo avisar que me pedir ajuda,ou proteção sera perda de tempo,desenvolvi um ódio e repulsa de pessoas inigualável,não acredito que elas,nenhuma delas,mereça ajuda,já que quando foi comigo,ninguém ao menos tentou me dar a mão.Você pode pensar "como você pode odiar pessoas se é uma?",pois bem o fato de eu também ser uma pessoa contribuí para o meu ódio.
A pessoa cujo nome não é importante.
Capitulo 1
Dia qualquer,do mês que não importa,do pior ano de minha vida.
Não espere que eu comece com "Querido diário",ou te de um apelido fofo,pois não o farei,te tenho apenas por me faltarem amigos e espaço pra tantas magoas que guardo apenas para mim e apresento como uma artesa a imagem de uma garota feliz com sua vida.
Acho que quando o mundo te derruba e as pessoas te quebram,você remonta cada pedacinho seu,e tenta seguir de cabeça erguida,mas fica difícil confiar nas mesmas pessoas,e por mais que seja doloroso temos que esculpir cuidadosamente um sorriso no rosto e dizer "Não se preocupe,eu estou bem...",quando na verdade o seu mundo esta desabando e você esta em ruínas.
Acho que meu maior inimigo acaba por ser eu mesma,mas depois daquele maldito ocorrido eu fiz questão de continuar ali,sem demonstrar o quanto me machucava ou quanto respirar ali se tornou um ato difícil,menti para todos ao meu redor,apenas eu e meu travesseiro sabemos ao certo a absurda quantidade de lagrimas que derramei por varias noites,pra no outro dia aparecer,num lugar que chamam de escola,com um sorriso enorme no rosto.
Por hora a única coisa que você precisa saber é que ando muito machucada por ter sido chutada do meio em que eu costumava fazer parte,mas mesmo assim continuo,apos cada piada,comentário ou empurrão,exibindo o mesmo sorriso enquanto por dentro lagrimas me rompem como papel,a dor é angustiante mas não pretendo demonstrar,apenas verei o mundo de outra maneira,talvez da minha maneira,ou ao modo que mais me convém.
Ah devo avisar que me pedir ajuda,ou proteção sera perda de tempo,desenvolvi um ódio e repulsa de pessoas inigualável,não acredito que elas,nenhuma delas,mereça ajuda,já que quando foi comigo,ninguém ao menos tentou me dar a mão.Você pode pensar "como você pode odiar pessoas se é uma?",pois bem o fato de eu também ser uma pessoa contribuí para o meu ódio.
A pessoa cujo nome não é importante.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Ausência .
Se tem algo que eu não suporto,é a ausência de explicaçoes,de fugas,de planos B's...Sinto como se tivesse um espaço dentro de mim,esta ficando cada vez maior,e maior,e maior,sinto como se alguem estivesse dentro de mim,dentro de minha cabeça,gritando,e gritando e me dizendo coisas que eu não quero ouvir,e gritando e repetindo pra garantir que eu realmente ouvi,e repete as vezes sussurra,as vezes grita...Não me deixa dormir,não me deixa pensar...Eu não preciso de uma vozinha irritante me mandado lembretes do quanto eu sou inútil a cada cinco segundos...A ausência de uma soluçao pra isso é algo que não suporto...
domingo, 4 de agosto de 2013
Estilhaços...
O único real problema de ser feita de vidro,é que quando alguem te quebra,os estilhaços sempre voam em quem não devia...
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Minha ultima dança...
Caminho,agora minha ultima caminhada,ando ate a beirada,não se preocupe,não é assim tao alto,talvez seja mais rápido que adormecer,tenho agora que me preparar,andando sinto meu coracao acelerar no ritmo da minha ultima cançao,a cantarolo baixinho,soa como a propria morte,chego a beirada não posso mais voltar atrás,olho para baixo de meus pés já sem chão para se apoiar direito,e vejo apenas a imensidão escura,me preparo e danço,a minha ultima dança,com um garoto imaginário,que apenas pra mim existe,alguem invisível,mas existente,dançamos nossa ultima danca,totalmente descoordenados,apos isso mergulhamos na imensidão escura,as minhas lagrimas dizem oque eu nunca serei capaz de dizer,mas meus sonhos serão dilacerados junto comigo.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Desculpe
Não sei se vão me entender,mas também não espero que entendam,nem ao menos espero que leiam,mas por só assim conseguir organizar meus pensamentos eu continuo escrevendo,eu sei que pode não ser importante mas algumas coisas que aconteceram comigo eu nunca vou esquecer,algumas delas muito ruins e outras muito boas,não sou boa em lembrar dos bons momentos,mas deve ser da minha natureza,assim como não é da minha natureza esquecer nem mesmo perdoar,antes eu nem costumava pedir desculpas,hoje em dia estou um pouco melhor e ate sou capaz de pedir desculpas mas não sou capaz de perdoar. Desculpa,eu não vou culpar o mundo por esse meu comportamento dessa vez,dessa vez eu direi que eu sou assim,porque eu já nasci,dessa vez a interferencia do meio não tem nada com isso.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Um precipicio de ilusoes
Capitulo final:
Bom depois de alguns minutos na escuridão completa,tive mais uns dois ou três espasmos involuntários,e então acordei,num quarto com paredes verde erva doce,uma mulher que estava a me vigiar se assustou e disse "Milagres talvez existam!",ela então correu para o corredor e voltou acompanhada por um homem de jaleco branco,idade?Devia ter la os seus quarenta anos...Ele me olhou e disse "Consegue falar",tentei mas não saiu mais do que um grunhido,ele então disse "Sente-se tonta?",fiz que não com a cabeça,ele sorriu e disse "Ótimo". Acordei,suponho que no dia seguinte,com uma enfermeira mexendo no meu pé,ela então disse "Pode sentir isso?" eu disse "Posso",apos isso o mesmo homem do dia anterior,chegou e disse "Ótimo então já pode falar também,sabe onde esta?" eu respondi "Num hospital eu suponho",ele sorriu e disse "Sabe por que?" fiz que não com a cabeça,ele me perguntou quais as minhas ultimas lembranças,contei a ele oque vivi em todo esse tempo,ele arregalou os olhos e saiu pelo corredor.Passaram algumas semanas e eu ainda estava em observação,o pior era que dessa vez eu não sabia porque.Em uma das tardes,acho que a primeira que choveu enquanto eu estive la,fui mandada a sala de um terapeuta,ele era um homem de altura mediana,ombros largos,rosto fino,nariz alongado e um olhar que talvez pudesse enxergar o fundo de minha alma,nunca vi olhar tao profundo quanto aquele,ao me ver,não sorriu,nem se quer disse algo,apenas apontou para uma cadeira a sua frente e eu me sentei,ele me olhou de cima abaixou,pegou uma ficha na mesa e disse "Então,do que se lembra?" contei a ele a historia na qual o medico não acreditou,ele me encarou curvando a sobrancelha esquerda e disse "Creio que não saiba como veio parar nesse hospital,bom sendo assim acho que eu terei de lhe contar,cabe a você acreditar ou não",olhei para ele confusa e disse "Certo",ele suspirou e me contou a seguinte historia "Bom há algumas semanas atrás você desapareceu,ninguém sabia onde a senhorita se encontrava,foi numa noite qualquer quando seu irmão passando de carro,decidiu por alguma razão parar e entrar num beco,la ele te encontrou caída,tendo delírios,te colocou no carro e te trouxe para cá,oque dizem era que você estava sob efeito de drogas,oque sei irmão diz é que foi culpa dos fortes anti-depressivos,ou seja isso que você narrou não aconteceu,pode ter acontecido ate antes de você encontrar o precipício mas apos isso não,entende oque eu digo?",afirmei com a cabeça e depois disse "Tem uma coisa que não contei" ele me encarou serio e disse "oque?",contei a ele a seguinte historia "Bom lembro-me de um pouco antes de tudo que já narrei,lembro de estar no enterro da garota que citei,lembro de ter ido ao banheiro e ao olhar para o espelho vi um vulto,vulto esse que eu segui,segui ate em casa,o quarto branco,ele é o meu quarto,lembro de ter ouvido alguem me chamar,lembro de estar muito triste com a morte dela,eramos muito próximas,lembro que derrepente não ouvia mais nada,lembro que vagava pela rua e depois só escuro",ele sorriu e me fez algumas perguntas,as quais eu deveria responder apenas com sim ou não,eu ate diria quais perguntas,mas eu não me lembro.Oque importa foi que nos meses que passei no hospital,acho que quatro tentavam de toda a forma me convencer que oque eu me lembrava não havia acontecido,e quanto mais eu afirmava que havia acontecido,para mais sessões de terapia eu era mandada,um dia o psicologo me aconselhou "Se você realmente acredita no que narra,finja então que acredita neles ou nunca sairá daqui". Foi oque eu fiz e algumas semanas apos isso estava de volta a minha casa,e ao meu branco quarto,nunca ficou claro o porque eu fiquei dias desacordada e quase sem sinais vitais,também nunca ficou claro se oque eu contei era verdade,eu creio que era,algumas vezes enquanto eu refazia minha vida apos minha saída do hospital,em situações em que eu estava sob pressão eu ainda podia ouvir a voz daquela garota,nunca contei isso a ninguém,mas isso me ajudou muitas vezes a tomar decisões difíceis e a lembrar que eu não posso acabar com tudo simplesmente porque algo não me agrada,pois acabaria por entristecer pessoas que querem me proteger desse tipo de coisa,pessoas que realmente me amam e se importam comigo,eu agradeço a esses acontecimentos,ocorridos no lugar que apelidei de o precipício das ilusões,tendo eles de fato acontecido ou apenas acontecido dentro de minha cabeça.
Bom depois de alguns minutos na escuridão completa,tive mais uns dois ou três espasmos involuntários,e então acordei,num quarto com paredes verde erva doce,uma mulher que estava a me vigiar se assustou e disse "Milagres talvez existam!",ela então correu para o corredor e voltou acompanhada por um homem de jaleco branco,idade?Devia ter la os seus quarenta anos...Ele me olhou e disse "Consegue falar",tentei mas não saiu mais do que um grunhido,ele então disse "Sente-se tonta?",fiz que não com a cabeça,ele sorriu e disse "Ótimo". Acordei,suponho que no dia seguinte,com uma enfermeira mexendo no meu pé,ela então disse "Pode sentir isso?" eu disse "Posso",apos isso o mesmo homem do dia anterior,chegou e disse "Ótimo então já pode falar também,sabe onde esta?" eu respondi "Num hospital eu suponho",ele sorriu e disse "Sabe por que?" fiz que não com a cabeça,ele me perguntou quais as minhas ultimas lembranças,contei a ele oque vivi em todo esse tempo,ele arregalou os olhos e saiu pelo corredor.Passaram algumas semanas e eu ainda estava em observação,o pior era que dessa vez eu não sabia porque.Em uma das tardes,acho que a primeira que choveu enquanto eu estive la,fui mandada a sala de um terapeuta,ele era um homem de altura mediana,ombros largos,rosto fino,nariz alongado e um olhar que talvez pudesse enxergar o fundo de minha alma,nunca vi olhar tao profundo quanto aquele,ao me ver,não sorriu,nem se quer disse algo,apenas apontou para uma cadeira a sua frente e eu me sentei,ele me olhou de cima abaixou,pegou uma ficha na mesa e disse "Então,do que se lembra?" contei a ele a historia na qual o medico não acreditou,ele me encarou curvando a sobrancelha esquerda e disse "Creio que não saiba como veio parar nesse hospital,bom sendo assim acho que eu terei de lhe contar,cabe a você acreditar ou não",olhei para ele confusa e disse "Certo",ele suspirou e me contou a seguinte historia "Bom há algumas semanas atrás você desapareceu,ninguém sabia onde a senhorita se encontrava,foi numa noite qualquer quando seu irmão passando de carro,decidiu por alguma razão parar e entrar num beco,la ele te encontrou caída,tendo delírios,te colocou no carro e te trouxe para cá,oque dizem era que você estava sob efeito de drogas,oque sei irmão diz é que foi culpa dos fortes anti-depressivos,ou seja isso que você narrou não aconteceu,pode ter acontecido ate antes de você encontrar o precipício mas apos isso não,entende oque eu digo?",afirmei com a cabeça e depois disse "Tem uma coisa que não contei" ele me encarou serio e disse "oque?",contei a ele a seguinte historia "Bom lembro-me de um pouco antes de tudo que já narrei,lembro de estar no enterro da garota que citei,lembro de ter ido ao banheiro e ao olhar para o espelho vi um vulto,vulto esse que eu segui,segui ate em casa,o quarto branco,ele é o meu quarto,lembro de ter ouvido alguem me chamar,lembro de estar muito triste com a morte dela,eramos muito próximas,lembro que derrepente não ouvia mais nada,lembro que vagava pela rua e depois só escuro",ele sorriu e me fez algumas perguntas,as quais eu deveria responder apenas com sim ou não,eu ate diria quais perguntas,mas eu não me lembro.Oque importa foi que nos meses que passei no hospital,acho que quatro tentavam de toda a forma me convencer que oque eu me lembrava não havia acontecido,e quanto mais eu afirmava que havia acontecido,para mais sessões de terapia eu era mandada,um dia o psicologo me aconselhou "Se você realmente acredita no que narra,finja então que acredita neles ou nunca sairá daqui". Foi oque eu fiz e algumas semanas apos isso estava de volta a minha casa,e ao meu branco quarto,nunca ficou claro o porque eu fiquei dias desacordada e quase sem sinais vitais,também nunca ficou claro se oque eu contei era verdade,eu creio que era,algumas vezes enquanto eu refazia minha vida apos minha saída do hospital,em situações em que eu estava sob pressão eu ainda podia ouvir a voz daquela garota,nunca contei isso a ninguém,mas isso me ajudou muitas vezes a tomar decisões difíceis e a lembrar que eu não posso acabar com tudo simplesmente porque algo não me agrada,pois acabaria por entristecer pessoas que querem me proteger desse tipo de coisa,pessoas que realmente me amam e se importam comigo,eu agradeço a esses acontecimentos,ocorridos no lugar que apelidei de o precipício das ilusões,tendo eles de fato acontecido ou apenas acontecido dentro de minha cabeça.
domingo, 9 de junho de 2013
Um precipicio de ilusoes
Capitulo cinco:
Devo ter passado horas chorando,mas eu não tinha a minima noção de tempo ali,Acho que só parei de chorar,quando ouvi uma voz,uma outra voz,essa muito conhecida desde a minha infância,era de meu irmão e ele dizia "Ela se foi,do momento que eu a encontrei eu tive a certeza de que ela não voltaria mais" e então nossa mãe dizia "Não seja tao cruel!" ele dizia com voz de choro "Eu não estou sendo cruel!Estou sendo realista!" ela diz chorando "você esta sendo frio!E cruel!" ele começa a chorar e diz "Ela era minha irmanzinha eu quero realmente acreditar que vou acordar amanha e dar de cara com ela tomando cafe na mesa,mas isso não vai acontecer!" ouço barulho de uma porta se batendo,e depois só ouço a voz de meu irmão e ele diz "Lembra quando você era criança?E você tinha medo do escuro,você tinha tanto medo,você gritava no escuro,dizia ver coisas,e eu tinha que ir ao seu quarto te acalmar e ficar la ate você dormir?Pois agora eu que estou com medo do escuro",ao ouvir isso ei digo mesmo sabendo que ele não poderia me ouvir "Lembro" e então sinto como se alguem estivesse segurando minha mão,ouço a voz dele dizer "Ache o caminho de casa,por favor ache o caminho de volta" e então ouço barulho de porta e mais nada.
Por algum motivo olho novamente para cima e a lampada esta mais perto,ouço barulhos insuportaveis de transito e coisas do tipo,de nada adianta tampar os ouvidos eles ainda estão la,começam a se misturar com choro e latidos.Apos um tempo param e o silencio é absoluto.Olho para cima e a lampada não esta mais la,para cima tudo esta escuro,derrepente os machucados ate agora indolores,começam a doer,doer insuportavelmente,caio no chão e ouço vozes misturadas,vozes que conheço,vozes de pessoas que já se foram,vozes de quem não conheço,e derrepente vários barulhos se misturam,barulhos de aparelhos hospitalares,a voz da garota que morreu de overdose,me dizendo "Vamos você consegue se concentre!Pense em ir para casa,queira isso,implore isso!",por algum motivo em meio aquele caos que eu estava vivendo mesmo estando sozinha eu pedi para ir pra casa,eu gritava que queria ir para casa,todos os barulhos sumiram,um enorme vazio me preencheu,depois não sentida nada e nem podia me mover,a garota que morrera de overdose dizia "Adeus,dessa vez você se salvou",então tive alguns espasmos musculares invonluntarios e tudo ficou escuro,e eu sentia que tudo girava,depois mais nada alem de escuridão.
Devo ter passado horas chorando,mas eu não tinha a minima noção de tempo ali,Acho que só parei de chorar,quando ouvi uma voz,uma outra voz,essa muito conhecida desde a minha infância,era de meu irmão e ele dizia "Ela se foi,do momento que eu a encontrei eu tive a certeza de que ela não voltaria mais" e então nossa mãe dizia "Não seja tao cruel!" ele dizia com voz de choro "Eu não estou sendo cruel!Estou sendo realista!" ela diz chorando "você esta sendo frio!E cruel!" ele começa a chorar e diz "Ela era minha irmanzinha eu quero realmente acreditar que vou acordar amanha e dar de cara com ela tomando cafe na mesa,mas isso não vai acontecer!" ouço barulho de uma porta se batendo,e depois só ouço a voz de meu irmão e ele diz "Lembra quando você era criança?E você tinha medo do escuro,você tinha tanto medo,você gritava no escuro,dizia ver coisas,e eu tinha que ir ao seu quarto te acalmar e ficar la ate você dormir?Pois agora eu que estou com medo do escuro",ao ouvir isso ei digo mesmo sabendo que ele não poderia me ouvir "Lembro" e então sinto como se alguem estivesse segurando minha mão,ouço a voz dele dizer "Ache o caminho de casa,por favor ache o caminho de volta" e então ouço barulho de porta e mais nada.
Por algum motivo olho novamente para cima e a lampada esta mais perto,ouço barulhos insuportaveis de transito e coisas do tipo,de nada adianta tampar os ouvidos eles ainda estão la,começam a se misturar com choro e latidos.Apos um tempo param e o silencio é absoluto.Olho para cima e a lampada não esta mais la,para cima tudo esta escuro,derrepente os machucados ate agora indolores,começam a doer,doer insuportavelmente,caio no chão e ouço vozes misturadas,vozes que conheço,vozes de pessoas que já se foram,vozes de quem não conheço,e derrepente vários barulhos se misturam,barulhos de aparelhos hospitalares,a voz da garota que morreu de overdose,me dizendo "Vamos você consegue se concentre!Pense em ir para casa,queira isso,implore isso!",por algum motivo em meio aquele caos que eu estava vivendo mesmo estando sozinha eu pedi para ir pra casa,eu gritava que queria ir para casa,todos os barulhos sumiram,um enorme vazio me preencheu,depois não sentida nada e nem podia me mover,a garota que morrera de overdose dizia "Adeus,dessa vez você se salvou",então tive alguns espasmos musculares invonluntarios e tudo ficou escuro,e eu sentia que tudo girava,depois mais nada alem de escuridão.
sábado, 8 de junho de 2013
Um precipicio de ilusoes
Capitulo quatro:
Ao olhar para cima,vi algo que me surpreendeu e me assustou,no começo não reconheci muito bem oque era,depois fiquei em duvida e depois tive certeza,era uma lampada inclandescente,como aquela do hospital onde estive uma vez,motivo?Abuso de álcool...Sai de la dizendo que não beberia mais,e menos de três semanas depois la estava eu de novo.A voz disse "Você reconhece isso?",engoli seco novamente e apenas fiz que sim com a cabeça,a garota dona da voz surgiu na minha frente e disse estendendo-me a mão"vamos,quer lhe mostrar uma coisa" segurei sua mão e tudo ficou escuro por alguns segundos,depois disso estavamos de volta a escola,eu caída naquele chão,com dor,com muita dor ela me drogava pela primeira vez e a dor sumia,eu tragava meu primeiro cigarro e ela sorria,apos ver isso estavamos numa parte da escola que pouca gente conhece,uma especie de jardim que fica depois de um vão na cerca da escola,estavamos sentadas fumando e bebendo quando ela dizia,já bêbada, "se eu morrer você vai se importar?" eu ria e dizia,talvez mais bêbada que ela, "Claro quem me arranjaria drogas!" ela sorria e me dava um maço de cigarros.Apos ver isso ela me mostrou varias outras cenas de como era o nosso relacionamento,e me mostrou duas ultimas com muito impacto,ao menos para mim,uma era dela e eu fumando e indo pra casa,quando cruzamos com minha mãe,que a empurrava e dizia "Fique longe dela,você esta envenenando ela!",ela se levantava e virando de costas dizia "eu a salvei" sorria e dizia "Adeus",na hora eu não me toquei,mas ela nunca tinha se despedido de mim antes.A ultima coisa que ela me mostrou foi no dia de seu enterro,o quanto eu chorava,e me perguntava oque havia acontecido,coisa que eu nunca soube.Voltamos então ao local branco,ela me olhava e disse "Eu não morri por uma overdose acidental,eu me matei,porque não queria te salvar do jeito errado",olhei para ela e cai em lagrimas me desculpando,e então ela disse "Por acaso esta se desculpando por ser fraca?" eu disse "Acho que sim" ela sorriu e disse "Você é bem mais forte do que imagina,só não descobriu isso ainda" e entao ela desapareceu e eu deitada de costas no local,apenas chorava
Ao olhar para cima,vi algo que me surpreendeu e me assustou,no começo não reconheci muito bem oque era,depois fiquei em duvida e depois tive certeza,era uma lampada inclandescente,como aquela do hospital onde estive uma vez,motivo?Abuso de álcool...Sai de la dizendo que não beberia mais,e menos de três semanas depois la estava eu de novo.A voz disse "Você reconhece isso?",engoli seco novamente e apenas fiz que sim com a cabeça,a garota dona da voz surgiu na minha frente e disse estendendo-me a mão"vamos,quer lhe mostrar uma coisa" segurei sua mão e tudo ficou escuro por alguns segundos,depois disso estavamos de volta a escola,eu caída naquele chão,com dor,com muita dor ela me drogava pela primeira vez e a dor sumia,eu tragava meu primeiro cigarro e ela sorria,apos ver isso estavamos numa parte da escola que pouca gente conhece,uma especie de jardim que fica depois de um vão na cerca da escola,estavamos sentadas fumando e bebendo quando ela dizia,já bêbada, "se eu morrer você vai se importar?" eu ria e dizia,talvez mais bêbada que ela, "Claro quem me arranjaria drogas!" ela sorria e me dava um maço de cigarros.Apos ver isso ela me mostrou varias outras cenas de como era o nosso relacionamento,e me mostrou duas ultimas com muito impacto,ao menos para mim,uma era dela e eu fumando e indo pra casa,quando cruzamos com minha mãe,que a empurrava e dizia "Fique longe dela,você esta envenenando ela!",ela se levantava e virando de costas dizia "eu a salvei" sorria e dizia "Adeus",na hora eu não me toquei,mas ela nunca tinha se despedido de mim antes.A ultima coisa que ela me mostrou foi no dia de seu enterro,o quanto eu chorava,e me perguntava oque havia acontecido,coisa que eu nunca soube.Voltamos então ao local branco,ela me olhava e disse "Eu não morri por uma overdose acidental,eu me matei,porque não queria te salvar do jeito errado",olhei para ela e cai em lagrimas me desculpando,e então ela disse "Por acaso esta se desculpando por ser fraca?" eu disse "Acho que sim" ela sorriu e disse "Você é bem mais forte do que imagina,só não descobriu isso ainda" e entao ela desapareceu e eu deitada de costas no local,apenas chorava
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Aquelas coisas que eu não digo em voz alta...
Tem tanto tipo de coisa que se passa em minha cabeça da madrugada ate o amanhecer,tanta coisa que não me deixa nem por um instante adormecer.Fico ali imersa em pensamentos que eu nunca seria capaz de contar a alguem,cada coisa que chega a me dar medo as vezes,algumas delas não saem de minha cabeça pelo dia todo,como por exemplo aquele plano infalível pra matar aquele professor que você odeia,ou como seria bom não ter de fazer todos os dias as mesmas coisas vendo as mesmas pessoas porque talvez amanha elas não existam mais.Acho que esse tipo de coisa passa pela cabeça de todos,e pode ate ser considerado algo natural da humanidade.Mas oque realmente me agoniza é lembrar do quanto me custou cada maldito erro,em cada maldito dia,porque em todas as malditas manhas eu me levantei e fingi que tudo ainda continuava bem,e saber que na maldita passada madrugada,algumas coisas me impediram de dormir,medo do escuro?Nem tanto!Talvez algumas vezes ele me assustasse,mas o pior era lembrar daquelas desculpas que eu nunca vou conseguir proferir,e mesmo que consiga sera confuso demais,tao confuso quanto foi isso,tao confuso quanto esse maldito post esta sendo,tao confuso quanto meus dias estão sendo,reflexões durante madrugadas,não sei se posso prosseguir sozinha,apenas me salve,apenas me diga para não me preocupar!Mas eu sei ninguém se importa!Eu sei disso também!E sei de muitas outras coisas!Sei que não posso,sei que não devo fugir,sei que seria uma escolha errada abrir mão de tudo assim,mas mas mas só assim estarei bem,só assim.
domingo, 2 de junho de 2013
Um precipicio de ilusoes
Capitulo três:
Quando finalmente tive sucesso em me levantar,percebi que a queda não me causou sérios danos,e se causou eu não os sentia. Buscando entender oque havia acontecido eu reparei,não apenas o local onde me encontrava era sem cor,mas eu também estava do mesmo modo,porem um tanto acinzentada.
Andei pelo local,eu me sentia andando em círculos,foi quando reparei o quanto ele era silencioso,não o tipo de silencioso que lhe passa tranquilidade,e sim o que lhe da medo,o tipo de silencio que deixa você em panico.
Eu já contei antes que me apoiava em algumas drogas e cigarros,mas bom isso quando eu me sentia sufocada,e bem agora eu mal consigo respirar,é como se por aqui pesasse.
Espere estou ouvindo algo,e é a voz de minha mãe,ela diz "volte para casa,querida",ok deve ser minha imaginação me pregando uma peça.Continuo andando e ouço outra voz,dessa vez uma voz masculina a qual não conheço e ela diz "não adianta ela não pode te ouvir",certo eu estou enlouquecendo,mas eu estou em um lugar branco,onde eu estou quase cinza,e estou ouvindo vozes,acho que eu já estou louca mesmo,mas duvido que isso seja real.
Continuei andando,ainda tinha a impressão que andava em círculos,e parecia que o tempo também não passava,foi quando ouvi outra voz,essa eu não ouvia a muito tempo,e ela dizia "Vamos,olhe para cima" dessa vez eu não pude evitar,então eu respondi "você esta morta!Eu não posso estar te ouvindo!" a voz respondeu "Olhe para cima" eu retruquei "Isso não é real,não pode ser real!Você morreu,morreu de overdose!Eu vi,eu fui no seu enterro!" a voz sem alterar o tom disse "apenas olhe para cima" eu disse tampando os ouvidos "Não!Você não é real nada aqui é real!" mesmo com os ouvidos tampados eu ainda podia ouvir claramente "Olhe para cima",engoli seco e sem responder olhei,oque vi foi realmente surpreendente.
Quando finalmente tive sucesso em me levantar,percebi que a queda não me causou sérios danos,e se causou eu não os sentia. Buscando entender oque havia acontecido eu reparei,não apenas o local onde me encontrava era sem cor,mas eu também estava do mesmo modo,porem um tanto acinzentada.
Andei pelo local,eu me sentia andando em círculos,foi quando reparei o quanto ele era silencioso,não o tipo de silencioso que lhe passa tranquilidade,e sim o que lhe da medo,o tipo de silencio que deixa você em panico.
Eu já contei antes que me apoiava em algumas drogas e cigarros,mas bom isso quando eu me sentia sufocada,e bem agora eu mal consigo respirar,é como se por aqui pesasse.
Espere estou ouvindo algo,e é a voz de minha mãe,ela diz "volte para casa,querida",ok deve ser minha imaginação me pregando uma peça.Continuo andando e ouço outra voz,dessa vez uma voz masculina a qual não conheço e ela diz "não adianta ela não pode te ouvir",certo eu estou enlouquecendo,mas eu estou em um lugar branco,onde eu estou quase cinza,e estou ouvindo vozes,acho que eu já estou louca mesmo,mas duvido que isso seja real.
Continuei andando,ainda tinha a impressão que andava em círculos,e parecia que o tempo também não passava,foi quando ouvi outra voz,essa eu não ouvia a muito tempo,e ela dizia "Vamos,olhe para cima" dessa vez eu não pude evitar,então eu respondi "você esta morta!Eu não posso estar te ouvindo!" a voz respondeu "Olhe para cima" eu retruquei "Isso não é real,não pode ser real!Você morreu,morreu de overdose!Eu vi,eu fui no seu enterro!" a voz sem alterar o tom disse "apenas olhe para cima" eu disse tampando os ouvidos "Não!Você não é real nada aqui é real!" mesmo com os ouvidos tampados eu ainda podia ouvir claramente "Olhe para cima",engoli seco e sem responder olhei,oque vi foi realmente surpreendente.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Um precipicio de ilusoes...
Bom aqui vai o segundo capitulo espero que alguem esteja lendo
Capitulo dois
Sendo objetiva dou a vocês leitores a ma noticia,depois de toda a dor parece que por algum acaso eu não morri, o caso foi que acordei num local frio e branco,eu estava deitada de costas no chão sem sentir meu corpo as lesões que sofri na queda estavam la,feridas abertas, sangue escorrendo,porem tudo completamente indolor. Onde estou?Sera que morri?Aqui é o céu? Não eu não fui tao boa assim,nem uma vida livre de pecados eu levei,as drogas ilícitas foram por muitas vezes meus ombros amigos,mas isso há muito tempo, um tempo do qual tenho algumas lembranças,e de uma delas oque eu vou contar agora.
Aconteceu ainda na escola,ah com eu odeio aquela escola,estava agindo como eu sempre agi,e isso não costumava agradar a muitos,eles achavam errado defender pessoas,e hoje eu acho que eles estavam certos,as pessoas não merecem ser protegidas,descobri isso ao perceber que eu também era uma pessoa e que em momento algum alguem me protegeu,só me lembro de ter apanhado muito por proteger os outros,ate o dia em que fui pega literalmente de surpresa,levei um boa surra e fiquei ali deitada por alguns minutos quando eles foram embora,aproximou-se de mim uma garota que eu nunca havia visto em toda a vida,ela perguntou se eu estava com dor,eu respondi positivamente com a cabeça,ela disse "vou resolver isso para você" ela tirou do bolso uma seringa,com uma droga que funcionava como uma especie de anestésico,não me lembro nome apesar dela ter me dito,alguns minutos depois talvez uns 15 eu já não sentia mais dor,me levantei e ela me ofereceu um cigarro aceitei e foi assim que comecei a fumar,e foi assim que fiz minha primeira amiga,a qual morreu de overdose uns dois anos depois,sera que ela esta no inferno?Provavelmente,isso é se o inferno existir. O caso foi que gracas a ela me viciei em varias drogas,porem apos sua morte dei uma parada com isso,ate outro dia quando pelo que eu juro que foi a ultima vez tive de me apoiar nelas pra poder continuar de cabeça erguida diante de tantas coisas negativas no mundo.
Mas agora eu gostaria de saber onde estou!Bom eu não consigo me levantar,continuarei tentando ate conseguir e quando conseguir provavelmente eu relate...
Capitulo dois
Sendo objetiva dou a vocês leitores a ma noticia,depois de toda a dor parece que por algum acaso eu não morri, o caso foi que acordei num local frio e branco,eu estava deitada de costas no chão sem sentir meu corpo as lesões que sofri na queda estavam la,feridas abertas, sangue escorrendo,porem tudo completamente indolor. Onde estou?Sera que morri?Aqui é o céu? Não eu não fui tao boa assim,nem uma vida livre de pecados eu levei,as drogas ilícitas foram por muitas vezes meus ombros amigos,mas isso há muito tempo, um tempo do qual tenho algumas lembranças,e de uma delas oque eu vou contar agora.
Aconteceu ainda na escola,ah com eu odeio aquela escola,estava agindo como eu sempre agi,e isso não costumava agradar a muitos,eles achavam errado defender pessoas,e hoje eu acho que eles estavam certos,as pessoas não merecem ser protegidas,descobri isso ao perceber que eu também era uma pessoa e que em momento algum alguem me protegeu,só me lembro de ter apanhado muito por proteger os outros,ate o dia em que fui pega literalmente de surpresa,levei um boa surra e fiquei ali deitada por alguns minutos quando eles foram embora,aproximou-se de mim uma garota que eu nunca havia visto em toda a vida,ela perguntou se eu estava com dor,eu respondi positivamente com a cabeça,ela disse "vou resolver isso para você" ela tirou do bolso uma seringa,com uma droga que funcionava como uma especie de anestésico,não me lembro nome apesar dela ter me dito,alguns minutos depois talvez uns 15 eu já não sentia mais dor,me levantei e ela me ofereceu um cigarro aceitei e foi assim que comecei a fumar,e foi assim que fiz minha primeira amiga,a qual morreu de overdose uns dois anos depois,sera que ela esta no inferno?Provavelmente,isso é se o inferno existir. O caso foi que gracas a ela me viciei em varias drogas,porem apos sua morte dei uma parada com isso,ate outro dia quando pelo que eu juro que foi a ultima vez tive de me apoiar nelas pra poder continuar de cabeça erguida diante de tantas coisas negativas no mundo.
Mas agora eu gostaria de saber onde estou!Bom eu não consigo me levantar,continuarei tentando ate conseguir e quando conseguir provavelmente eu relate...
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Ninguem volta da mesma forma
Eu costumava ter um coração de ouro, e esse foi exatamente o meu problema. Caminhando numa estrada em meio a demônios, indo bem lentamente compondo minha ultima canção,deseje-me sorte enquanto eu estiver tao longe,não espere que um dia eu volte,pois não voltarei,não da mesma forma
Sem sentido,sem razão,apenas uma questão de opnião e um pouquinho de liberdade de expressão
Tratada como uma louca,uma doente,uma assassina,uma psicopata,trancada por vocês loucos dessa sociedade doente,cresci aprisionada,por paredes e quartos!"Oh Deus estou tao deprimido hoje" Porque ele disse isso?Não sei...Talvez fosse apenas sua opnião,talvez já não tivesse mais razão,mas tudo bem o sentido disso já se perdeu,e eu estou segura longe dele e de todos.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Um precipicio de ilusoes...
Bom antes de eu começar oficialmente o post tenho que dar um aviso,oque eu vou escrever aqui,é quase completamente ficção,talvez isso tenho surgido nos meus devaneios e falta do que pensar em madrugadas sem sono,talvez do tédio da escola,enfim não sei...Ah o post que farei também devo avisar que sera um conto,e sera dividido em alguns poucos capítulos.
Capitulo um:
Acordei quase de noite,olhei em volta e vi o quarto de paredes frias brancas que me cercavam,lembrei do quanto aquela cor era desagradável,desci para a sala e ao olhar os porta-retratos eu percebi: "Não me reconheço mais nas fotos antigas",caminhei para fora de casa e algo realmente deprimente me cercava enquanto eu fitava o céu quase escuro,era como uma musica,vinda de um violino agudo,porem desafinado e completamente descompassado, ao concluir isso caminhei,a cidade apressada como sempre,carros indo e vindo,acidentes em praticamente todas as avenidas, o mundo é realmente deprimente,continuei andando,avistei um grupo de jovens espancando um morador de rua,patético...A humanidade esta cada vez menos humana,em baixo de um viaduto movimentado,jovens se drogavam livremente,bêbados estavam caídos nos cantos,o mundo esta apodrecendo,perto ponto de ônibus outro acidente,uma criança que ficara órfã naquela noite e um casal que brigava ao volante quando o motorista perdeu a direção e bateu de frente para um muro em alta velocidade,morte na hora,apenas a criança usava cinto...O mundo me assusta,o mundo me deprime!
cheguei onde queria um precipício,no ponto menos habitado da movimentada cidade,sentei em sua beirada e tentei,eu juro que tentei achar um motivo pra não relaxar e deixar meu corpo mergulhar na direção das pedras abaixo,mas nada me veio a cabeça,me levantei,virei-me de costas para a beirada,abri os braços e deixei que meu corpo caísse pra trás,mergulhei na imensidão,na imensidão desconhecida,acho quer eu queria fugir dos meus próprios medos,senti meu corpo se chocar contra as pedras,senti meu sangue quente esvaindo pela minha cabeça,pelas minhas pernas,braços,tórax,enfim por mim toda,senti como se um mar de sangue se formasse abaixo de mim,vi tudo em volta perdendo as cores,sera que agora eu poderei não viver nesse mundo podre?
Capitulo um:
Acordei quase de noite,olhei em volta e vi o quarto de paredes frias brancas que me cercavam,lembrei do quanto aquela cor era desagradável,desci para a sala e ao olhar os porta-retratos eu percebi: "Não me reconheço mais nas fotos antigas",caminhei para fora de casa e algo realmente deprimente me cercava enquanto eu fitava o céu quase escuro,era como uma musica,vinda de um violino agudo,porem desafinado e completamente descompassado, ao concluir isso caminhei,a cidade apressada como sempre,carros indo e vindo,acidentes em praticamente todas as avenidas, o mundo é realmente deprimente,continuei andando,avistei um grupo de jovens espancando um morador de rua,patético...A humanidade esta cada vez menos humana,em baixo de um viaduto movimentado,jovens se drogavam livremente,bêbados estavam caídos nos cantos,o mundo esta apodrecendo,perto ponto de ônibus outro acidente,uma criança que ficara órfã naquela noite e um casal que brigava ao volante quando o motorista perdeu a direção e bateu de frente para um muro em alta velocidade,morte na hora,apenas a criança usava cinto...O mundo me assusta,o mundo me deprime!
cheguei onde queria um precipício,no ponto menos habitado da movimentada cidade,sentei em sua beirada e tentei,eu juro que tentei achar um motivo pra não relaxar e deixar meu corpo mergulhar na direção das pedras abaixo,mas nada me veio a cabeça,me levantei,virei-me de costas para a beirada,abri os braços e deixei que meu corpo caísse pra trás,mergulhei na imensidão,na imensidão desconhecida,acho quer eu queria fugir dos meus próprios medos,senti meu corpo se chocar contra as pedras,senti meu sangue quente esvaindo pela minha cabeça,pelas minhas pernas,braços,tórax,enfim por mim toda,senti como se um mar de sangue se formasse abaixo de mim,vi tudo em volta perdendo as cores,sera que agora eu poderei não viver nesse mundo podre?
domingo, 5 de maio de 2013
Enfim...
Tenho medos marcados em mim,e cicatrizes que jamais vão sumir,tem coisas que eu não sou capaz de falar e tem gente que eu ainda quero matar,tem lugares em que não consigo respirar e corredores em que não quero mais passar. Enfim memorias e cicatrizes gravadas em mim jamais vão se apagar,então ao menos me deixe respirar.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Desculpe...
Oque vou escrever hoje aqui não é um post,nem ao menos fiz um rascunho disso,portanto não preciso dizer que o texto não foi e não sera revisado. Talvez antes de ser um post fosse uma confissão, antes de ser uma confissão era só uma lembrança ruim,antes de ser só uma lembrança era a "rotina" e antes de ser a "rotina" isso nem ao menos existia. E eu sei que é errado culpar pessoas por minhas falhas,mas talvez se oque ocorreu há pouco mais de 3 anos,se não me engano,e virou apenas uma lembrança há quase 1 ano,digo se nada tivesse ocorrido,talvez eu não fosse a pessoa que eu sou hoje,admito que isso me ajudou muito porque se eu não tivesse parado de falar por um tempo eu nunca teria começado a escrever,mas por outro lado o medo que criei por relações sociais não é nada bom,porque eu tenho medo que assim como hoje em dia os acontecimentos passados ainda me sufoquem no futuro e venham a me impedir de seguir meu sonho,afinal eu tenho um objetivo pessoal mas para alcança-lo esse medo de falar,medo talvez de ser ouvida,medo ser vista medo de me destacar,sim de me destacar!Esse medo tem que sumir...Eu gostaria muito de poder dizer que quem causou isso a cerca de 3 anos atrás me fez crescer,mas a única coisa que por enquanto eu posso dizer é que ela me fez falhar e ter medo de falhar,me fez acreditar que era melhor nem tentar do que falhar...Sei que parece ridículo mas eu precisava escrever para que por um tempinho essa sensação suma e me deixe evoluir ao menos um pouco.Desculpa por ser tao fraca,e desculpe por te fazer perder tempo lendo isso...
segunda-feira, 25 de março de 2013
Apenas me compreenda
Durante todo o período ele esta la,caminho sempre ao lado de meu próprio medo,andando a beira de um precipício,andando e cantando,andando de mãos dadas com meu medo como se fosse-mos velhos companheiros,ouvindo então uma canção suave e assustadora que me lembra um violino chorando,caminhando e cantando seguindo meu medo,caminhando e andando sem medo de prosseguir pois meu medo anda ao meu lado,agora estou correndo de encontro ao fim do precipício e o meu medo nao me impede ele apenas compreende minha fuga,compreenda também...
sexta-feira, 22 de março de 2013
Frase do dia
O mundo é um fumante,e nós somos os cigarros,a cada tragada um sonho se torna ilusão e não chão apenas restam as cinzas da pessoa que fomos um dia...
domingo, 10 de março de 2013
Sumindo
Antes de começar oficialmente o post gostaria de pedir a quem esta lendo que ouça essa musica durante a leitura,eu estava ouvindo ela enquanto escrevia(link abaixo):
http://www.kboing.com.br/joan-jett/1-1048462/.
Desde a ultima semana que se passou as memorias sobre você estão embaralhadas,nenhum de nos dois toca mais no assunto,só tenho nossos históricos de conversas para me lembrar do que realmente ocorreu,eu queria que você coloca-se logo um fim nisso,mas você só sorri fingindo que nada aconteceu,e eu faço o mesmo,mas estou confusa todas as memorias estão embaralhadas,não sei como separar oque de fato ocorreu do que foi apenas fantasia,mas descobri uma coisa,que na verdade não sabia como caracterizar ou dizer,então roubo uma frase da musica que pedi que ouvissem acima "O amor é apenas uma mentira",acho que termino por aqui sem nada ter dito,enquanto o bom e o ruim sobre você vão sumindo e você vai ficando tao comum quanto os outros.
http://www.kboing.com.br/joan-jett/1-1048462/.
Desde a ultima semana que se passou as memorias sobre você estão embaralhadas,nenhum de nos dois toca mais no assunto,só tenho nossos históricos de conversas para me lembrar do que realmente ocorreu,eu queria que você coloca-se logo um fim nisso,mas você só sorri fingindo que nada aconteceu,e eu faço o mesmo,mas estou confusa todas as memorias estão embaralhadas,não sei como separar oque de fato ocorreu do que foi apenas fantasia,mas descobri uma coisa,que na verdade não sabia como caracterizar ou dizer,então roubo uma frase da musica que pedi que ouvissem acima "O amor é apenas uma mentira",acho que termino por aqui sem nada ter dito,enquanto o bom e o ruim sobre você vão sumindo e você vai ficando tao comum quanto os outros.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Ser maior que o mundo!
As vezes me pergunto,nós que somos pequenos?Ou o mundo que é grande demais?Estranho comecei um post com a pergunta que provavelmente eu nunca descubra a resposta.Eu acho que só sei que estamos sozinhos,vagando sem rumo algum?Não talvez mesmo que a gente não saiba ao certo pra onde estamos andando,estamos caminhando seguindo algo,mas oque?Talvez o nosso rumo não esteja visível aos nossos olhos,talvez algo maior que nós mesmos nos guie,um sonho,um objetivo,ate mesmo um trauma...Não sei como explicar oque quero dizer,você que esta ai lendo já deve estar confuso,acho que quero dizer que alguns são guiados por sonhos de infância,outros por querem ser como alguem,outros por quererem superar alguem e outros por amor,não amor no sentido romântico,amor pelo que esta fazendo,mas se somos pequenos e o mundo é grande,como todos podemos ter um objetivo?Como dentro de cada um de nós pode ter algo que nos de forças pra seguir em frente?Só to querendo dizer que o mundo tem vários caminhos e que cada um de nós por mais que esteja-mos perdidos teremos um dia que seguir um deles,e por mais difícil que pareça conseguir se decidir de em qual você se encaixa mais,se você ao menos tentar seguir um,mesmo se o mundo te der uma surra,vai valer a pena levantar do chão e provar pra todos que se você realmente ama oque esta fazendo pode se tornar maior que mundo,isso pode não fazer sentido pra você que esta lendo,mas o meu sonho e objetivo,sendo guiado e transformado por traumas e muito amor pelo que eu,quero.luto e acredito,no fundo é querer levantar e provar pra todos que eu posso ser maior que o mundo. Então deixo a pergunta inicial aqui: Nós que somos pequenos?Ou o mundo que é grande demais?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Não piore mais ainda essa situação...
Não suma assim,não fuja assim,sera que você não vê?Poxa cara eu vou escrever esse post como se estivesse falando diretamente com você,se você ler espero que entenda,se não ler que se dane...Olha eu contei pra você que te amava,e você disse que não sentia o mesmo por mim,ok ate ai tudo bem direito seu,mas sumir,virar a cara,não responder,sempre já estar "saindo" ou sempre estar "cansado" ou como "sono",olha das primeiras duas vezes ate dava pra acreditar mas você agora já disse isso mais de cinquenta vezes em bem menos que um mês,olha eu sei que você provavelmente nunca chegará a ler isso mas se chegar por favor entenda,eu me importei com oque você disse,sim me importei mas também não colocaria nossa amizade a perder,então se você esta lendo por favor me compreenda,não piore ainda mais essa situação por favor...Por favor...
Empurra ou ajuda?
Essas pessoas viu,eu realmente não as entendo,quando elas precisam de você são as pessoas mais adoráveis do mundo,mas isso não passa de falsidade sabe?Seria como se elas te dessem a mão quando precisam e te jogassem aos leões quando não precisam mais,serio eu realmente conheço gente assim e por causa delas,em alguns lugares mal consigo respirar,por causa de alguns mal consigo entrar naquela quadra e me sentir bem la...Sabe sempre que acho que por algum motivo,um pequeno motivo valha a pena eu ficar naquele lugar,aparecem mais mil coisas ruins pra me fazer querer sair correndo,e não acontece uma de cada vez acontece uma atrás da outra quase sem intervalo algum eu mal respiro de uma e já tem outra acontecendo...Enfim desse jeito parece que eu to agonizando na beira de um precipício,você tem duas alternativas me empurra de vez ou me da a mão e me ajuda a voltar,porque a rasteira você já deu,e ai qual a sua escolha?
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Deseje-me sorte...
E tudo que eu queria de você era só um pouquinho de atenção,e isso você me negou,queria apenas um oi,ou quem sabe um como vai?Mas não, você passou reto,olhou sim,chegou a olhar,olhou no meu rosto,olhou mas não viu,espero que realmente não tenha me visto,porque eu não quero acreditar que simplesmente ignorou,você podia mentir pra mim,você podia me xingar,podia fazer qualquer coisa,mas de todas você escolheu a que justamente,que com toda certeza me machucou mais,você simplesmente fingiu que eu não existia,e ainda esta fingindo,mas um aviso cansei,então amanha deseje-me a sorte de não esbarrar em você...Por favor eu não quero ter que te dizer agora oque eu acho de você...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Com que direito?
Naquela noite confessei,cheguei pra você,assim sem motivo,do nada e disse que te amava,e sabe qual foi a única coisa que você conseguiu me dizer?Que eu era como muitas outras,isso mesmo tudo que você disse foi "Você é só uma amiga assim como muitas outras garotas",depois um sorrisinho cínico e me pediu que não ficasse triste,agora me diga com que direito?Que direito você tinha de pedir que eu n ficasse triste?Engraçado isso ne?Você quebra um coração e pede pra que eu não me importe como se isso acontecesse todos os dias,mas vai saber se não acontece nem te reconheço mais...Ah é realmente uma pena que você nem ao menos vá ler isso,você nem deve lembrar que eu tenho um blog...
domingo, 10 de fevereiro de 2013
E ficou engasgado...
Aquelas suas ultimas palavras,aquelas minhas lagrimas nos olhos,aquela atmosfera estranha que nos envolvia naquele momento,todas aquelas palavras que naquele momento faziam sentido para nós,aquela falta de ar de quem nao sabe se fica ouvindo ou se vai,aquele nó na garganta de quem tenta nao chorar,aquelas palavras que nunca deviam ter sido proferidas e ainda assim mesmo falando sem pensar ainda ficou engasgada a frase que nunca te direi,ainda ficou engasgado a única coisa que eu queria que voce soubesse,ainda ficou engasgado aquele eu te amo que nao pude dizer.
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